Nordeste concentra maior parte dos políticos que devem tentar renovar mandato; Norte será a região com mais mudanças.

A 1 ano das eleições de 2026, 9 dos 27 governadores do país planejam disputar a reeleição, enquanto em 18 Estados haverá renovação obrigatória no comando do Executivo. O Nordeste concentra a maior parte das tentativas de recondução, com 5 governadores buscando um 2º mandato. Já o Norte terá o cenário de maior mudança: em 6 dos 7 Estados a população escolherá novos gestores estaduais. Somente o Amapá pode ter o mesmo governador, com Clécio Luís que tentará se reeleger.
Eis os governadores que disputarão a reeleição.
Clécio Luís (Solidariedade) – governador do Amapá;
Elmano de Freitas (PT) – governador do Ceará;
Jerônimo Rodrigues (PT) – governador da Bahia;
Eduardo Riedel (PP) – governador do Mato Grosso do Sul;
Raquel Lyra (PSD) – governadora de Pernambuco;
Rafael Fonteles (PT) – governador do Piauí;
Jorginho Mello (PL) – governador de Santa Catarina;
Tarcísio de Freitas (Republicanos) – governador de São Paulo;
Fábio Mitidieri (PSD) – governador de Sergipe.

Em outros 18 Estados, os governadores não poderão disputar a reeleição porque já estão em seu 2º mandato. Isso significa que o Brasil terá pelo menos 18 novos chefes do Executivo em 2027.
No Nordeste, além das 5 candidaturas à reeleição, 4 Estados terão novos nomes:
Alagoas, sai Paulo Dantas (MDB);
Maranhão, sai Carlos Brandão (PSB);
Paraíba, sai João Azevedo (PSB);
Rio Grande do Norte, sai Fátima Bezerra (PT);

ALIANÇAS E DESAFETOS
O governador do Piauí, Rafael Fonteles, e a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, podem alterar suas chapas. Essa informação foi antecipada em 2 de outubro na 3ª edição do Drive, a newsletter premium para assinantes do Poder360.
No caso do piauiense, o atual vice-governador, Themístocles Filho (MDB), não deverá repetir o cargo. O nome cotado é o do atual secretário de Educação do Estado, Washington Bandeira. Já a equipe de Lyra pretende definir a chapa em junho de 2026.
No Maranhão, Carlos Brandão, que começou como vice do ex-governador e atual ministro do Supremo Tribunal.

