
A ausência dos deputados estaduais Dr. Bernardo, Kerginaldo e Galeno Torquato deixa uma lacuna evidente na representação política do Oeste potiguar. Uma região historicamente esquecida, que não pode se dar ao luxo de perder voz, espaço e capacidade de articulação na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.
É justamente nesse cenário que Getúlio Rêgo se consolida como a melhor e mais preparada opção para assumir a defesa dos interesses do Oeste. Não se trata de aposta, nem de improviso, mas de experiência comprovada, construída ao longo de décadas de vida pública e serviço prestado à população.
Getúlio reúne algo cada vez mais raro na política: vivência parlamentar, conhecimento técnico e sensibilidade social. Com larga experiência política, conhece os caminhos do Legislativo, sabe articular, dialogar e, quando necessário, enfrentar. Diferente de aventureiros, sabe onde pisa e o que faz.
No Alto Oeste, porém, seu nome ultrapassa o campo da política. Médico por formação e por missão, construiu um trabalho sólido e reconhecido na área da saúde, sendo presença constante nos momentos mais difíceis da população. Não à toa, ganhou o reconhecimento popular como “o médico dos pobres” — aquele que nunca virou as costas para quem mais precisava.
Enquanto muitos fizeram da política um trampolim pessoal, Getúlio fez da política e da medicina instrumentos de cuidado, presença e compromisso. Em uma região carente de investimentos, sua trajetória representa segurança, seriedade e compromisso real com as pessoas.
O Oeste não precisa de discursos vazios nem de representantes de ocasião. Precisa de alguém que conheça seus problemas, respeite sua gente e tenha coragem de lutar por ela.
Sem representação, o Oeste perde. Com Getúlio Rêgo, o Oeste se fortalece e volta a ter voz.

