
Mariana Almeida precisa impor limites e reafirmar o comando da gestão
A prefeita Mariana Almeida precisa tomar uma atitude firme diante do comportamento de integrantes do seu secretariado e de seus auxiliares. O momento político exige responsabilidade, alinhamento e respeito ao comando da gestão.
Na avaliação desta coluna, o cenário que se desenhou nas eleições de 2026 fragilizou politicamente a prefeita. O distanciamento de aliados e a perda de sustentação política exigem uma reorganização do grupo, com diálogo e definição de responsabilidades.
Esse ambiente, porém, não pode servir de licença para que cada auxiliar siga seu próprio rumo, sem considerar as consequências para a administração. Divergências precisam ser discutidas internamente. Quando se transformam em atitudes que desgastam publicamente a prefeita, cabe a ela estabelecer limites e cobrar explicações.
Mariana precisa reunir sua equipe, ouvir as lideranças e deixar claro o que espera de quem ocupa um cargo de confiança. Também precisa distinguir quem contribui para enfrentar as dificuldades de quem amplia os problemas. Cobrar compromisso e substituir quem não corresponde às responsabilidades do cargo fazem parte do exercício de governar.
A resposta deve aparecer em decisões concretas: responsabilidades definidas, resultados cobrados e consequências para condutas incompatíveis com a função pública.
“A autoridade de uma prefeita se afirma pela capacidade de decidir e fazer suas decisões serem respeitadas. Mariana precisa exercer esse comando. Quem integra a gestão deve trabalhar por Pau dos Ferros e responder por suas atitudes”. Relatou José Antônio Nunes editor chefe do Jornal Folha Regional
Editor-chefe do Jornal Folha Regional faz duras críticas à postura de auxiliares de Mariana Almeida
O editor-chefe do Jornal Folha Regional faz duras críticas ao comportamento pessoal e à atuação administrativa de alguns auxiliares da prefeita Mariana Almeida. Em sua avaliação, determinadas posturas provocam desgaste à gestão e exigem uma resposta firme da chefe do Executivo.
A cobrança é para que Mariana estabeleça limites, cobre responsabilidade de sua equipe e reafirme o comando da administração. Para o editor, ocupar um cargo de confiança exige compromisso com o serviço público, respeito à população e responsabilidade pelas consequências dos próprios atos.

