
A estratégia do PT envolve, além do peso de Lula, a disputa pelo poder da narrativa
Um dos assuntos da sexta-feira e do final de semana foi a decisão do TSE de confirmar a inelegibilidade de Lula, que, desta forma, está impedido de concorrer à Presidência da República. Em um estado de exceção em que estamos vivendo no Brasil e com o Judiciário se colocando de maneira partidária e questionável ("Um grande acordo nacional, com o Supremo com tudo", como disse Romero Jucá, lembram?) esta decisão era esperada pelos movimentos progressistas e pelo próprio PT. Que há meses desencadeou um Plano B. Que é bastante conhecido: O de lançar como candidato a vice-presidente na chapa de Lula o nome de Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo e que foi ministro de Educação nos Governos Lula e Dilma, sempre colhendo elogios. Dentro no Plano B, fazer Manoela D´Àvila, do PC do B, desi










