
Marinha iria seguir golpe de Bolsonaro, diz Baptista Jr.
Em depoimento, chefe da FAB no fim do governo Bolsonaro diz que ele e Freire Gomes negaram minuta golpista — mas não Almir Garnie. No depoimento que prestou à Polícia Federal no dia 17 de fevereiro, o brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Júnior, ex-comandante da Força Aérea Brasileira (FAB) no fim da gestão de Jair Bolsonaro, afirmou que tanto ele quanto o comandante do Exército à época, o general Marco Antônio Freire Gomes, teriam sido contrários à uma tentativa de golpe de Estado por Bolsonaro após sua derrota nas eleições. O mesmo não poderia ser dito de Almir Garnier Santos, o então comandante da Marinha. O almirante, nas palavras do comandante da FAB, teria sido o único a colocar suas tropas à disposição de Bolsonaro, caso este tentasse um golpe. Em uma reunião ocorrida no










