
Fátima Bezerra não deve esperar ajuda de Bolsonaro para resolver problemas do Rio Grande do Norte
Governadores eleitos ou reeleitos pleiteiam uma nova reunião em Brasília com o presidente Jair Bolsonaro, antes da posse, em busca de ajuda para os seus estados. Outra perda de tempo monumental. Não se pode cobrar e muito menos esperar nada do presidente eleito, em curto prazo, porque ele sequer sabe como irá encontrar as contas públicas.
A lógica e o bom senso recomendam que o ministro Paulo Guedes deve assumir primeiro o comando da economia junto que os ex “Chicago Boys”, que recrutou no mercado e na academia, para depois saber o que pode ser feito com as dívidas estaduais (só Minas deve 90 bilhões à União).
Em princípio, não há solução à vista porque essas dívidas foram renegociadas no governo Dilma e continuou tudo na estaca zero. E o presidente da República, logicamente, dará priori










