
Governadora Fátima Bezerra: de estilingue a vidraça
Uma coisa é ser estilingue — baladeira, como se diz lá na minha Pau dos Ferros. Outra, bem diferente — e diametralmente oposta — é ser vidraça. O Partido dos Trabalhadores (PT) sempre ocupou o papel de oposição no Rio Grande do Norte. E, como toda oposição vigilante, reagia com veemência a qualquer medida que cheirasse a injustiça, sobretudo quando atingia o funcionalismo público, retirando direitos ou suprimindo conquistas. Nessas horas, “caía de pau”, como manda o figurino popular. A atual governadora foi, por muito tempo, uma das vozes mais ruidosas dessa militância. Especializou-se em protestos em defesa de professores e servidores. Construiu sua trajetória política — e seus sucessivos mandatos — nos escaninhos dos sindicatos e nos pórticos do Centro Administrativo. Foi ali

